sexta-feira, 7 de outubro de 2011

HTC Desire A: a melhor pedida custo/benefício!

Estava louco para voltar a escrever para o blog e quando recebi a ligação do pessoal da assessoria da HTC me oferecendo o Desire A para testar aceitei de cara. Sou um fã dos aparelhos da marca, que mesmo não tendo muitos modelos aqui no mercado nacional, consegue trazer o que há de melhor dos lançamentos lá fora. Bom, chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa.

Review

Dimensões: 60mmx106mmx12mm
Peso: 118g
Tela: touchscreen 3,2 polegadas (QVGA de 216 mil cores)
Memória: 384 RAM; 512 ROM
Processador: Qualcomm 528 MHZ
Bateria: 1300 mAh
SO: Android Eclair com HTC Sense

O design é simplesmente o melhor. Encaixa na palma da mão. Além disso, a parte inferior traz uma leve elevação, o que aproxima o speaker da boca do usuário, melhorando a ligação. A tela de 3,2 polegadas também não deixa nada a desejar, realçando as cores das imagens e permitindo uma percepção muito boa com a resolução QVGA de 240x320 pixels (260 mil cores).

O processador esta de acordo com o preço, um Qualcomm de 528 MHz, o que proporciona agilidade junto com a memória RAM de 384 MB e do armazenamento ROM de 512 MB. No entanto, algumas engasgadas foram sentidas. Nada preocupante. Ele também já vem com o cartão de 8 GB, portanto, bastante espaço para músicas, imagens e afins.

Falando em imagens, a câmera é simplesmente fantástica, pena que não há uma tecla dedicada para ela. Esta, aliás, foi uma das coisas que mais me chateou no aparelho, a falta de teclas rápidas dedicadas à câmera e ao som. Ele só possui as teclas de volume. Ah sim, a resolução para as fotografia é de no máximo 5 MP, com foco automático e flash integrado.

O Sistema Operacional é o Android 2.1 Eclair, com o HTC Sense. Ele possui suporte para Flash (Adobe Flash Lite integrado) para a navegação e um único aplicativo para todas as redes sociais do usuário, o Friend Stream, facilitando a vida de qualquer um.

Resumindo, temos um belíssimo gadget com um preço incrível. Nas lojas já vi por menos de 600 reais. Então #ficadica!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Nokia acaba de renovar o seu portfólio

E as novidades? Nenhuma, a não ser o novo (?) sistema Symbian Belle, que promete mais rapidez e design mais limpo. Os aparelhos, Nokia 600, 700 e 701, chegam em setembro lá fora e vem com processadores de 1GHz, 3G, WiFi e GPS. A diferença entre eles esta no fato do 600 ser mais voltado às músicas, com o recurso de transmissão dos arquivos para ouvi-los no rádio, e das câmeras dos três. Mais infos aqui.

Agora resta saber quando teremos de fato inovação, já que a parceria com a Microsoft já esta fechada...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Foursquare e a cultura brasileira na web



Pessoal, só para começar, eu não quero ditar comportamentos e nem regras, longe disso, mas apenas analisar e comentar a nossa (do brasileiro) tendência de modificar alguns aspectos das midias sociais em que nos inserimos. Feito isso, fico mais tranquilo para gerar a polêmica...

Pois bem, sou um "hard user" (usuário avançado) do Foursquare e levo ao pé da letra ao que ele se propõe: "gives you & your friends new ways to explore your city. Earn points & unlock badges for discovering new things." É exatamente assim que está escrito no site do famoso aplicativo, ou seja, traduzindo de uma maneira rápida, ele me dá a oportunidade de, junto com meus amigos ou pessoas que me seguem/sigo, descobrir novos lugares da CIDADE de uma maneira muito mais interessante, que são a distribuição de pontos e badges (insígnias) por check ins nestes locais. Mas de um tempo para cá, com o uso massivo, nada contra, claro, o pessoal começou a extrapolar.

Locais como, meu sofá, minha cama, pátio do fulano, Arroio Schunemann e por aí vai, começaram a se multiplicar. Como disse no começo do post, nada contra. Mas porque essa nossa tendência de transformar, modificar a ideia de todas estas midias e redes em que nós brasileiros começamos a nos inserir? E aqui nem é preciso citar o exemplo do Orkut, ou até mesmo do Facebook, que começou a "degringolar" um pouco depois de se tornar mais popular e já começou a assumir algumas tendências orkutianas. É preciso pensar.

Claro, temos que adicionar essa nossa criatividade (?), nossa alegria (?), que tanto nos diferencia de outros países. Juntamos isso à nossa tendência  e entusiasmo com as novas tecnologias e então temos uma arma de "zoar", que transforma tudo em um carnaval. Afinal, é a nossa cara... Mas o pior disso tudo é não procurar entender, nem ao menos para que "presta" a midia. Para quê serve a midia, a rede?

É aí que eu penso, será que fica ruim se eu der um "check in" ali na cama do fulano/fulana? E que "badge" será que eu ganho...hein?!

Porque raios os códigos QR não pegaram aqui? E o que são afinal?


Não consigo entender como uma tecnologia criada em 1994, no século passado, ainda não vingou aqui no Brasil. Sim, estou falando dos códigos QR. Não conhece? Pois bem, te apresento. A figura ao lado é um belo exemplo de como se parece. Não é nenhuma maravilha, até parece algum circuito de computador, mas a sua relevância vai além da aparência mesmo.

Imagine que nessa imagem em 2D você pode guardar informações como links, textos, emails, informações sobre produtos e o melhor, que podem ser acessadas direto do celular. Faz jus ao nome que leva (Quick Response), pois economiza tempo. E lá fora é muito difundido, vemos em propagandas de tv, outdoors, revistas e supermercados. Um dos exemplos, é o do Tesco Store, um supermercado que estava em desvantagem quanto a concorrência. A ideia deles era aumentar as vendas sem aumentar o número de lojas. Foi quando tiveram a brilhante iniciativa de juntar o tal código QR com que os coreanos menos tem, tempo. Enquanto esperam o metrô, entre uma estação e outra, eles aproveitaram para instalar banners que imitavam os mesmos produtos das prateleiras do mercado. Os transeuntes só tinham que apontar as câmeras dos celulares para os códigos e fechar os pedidos que, ao final do dia, recebiam tudo em casa. Abaixo o case:


O que eu não entendo é porque raios ainda não pegou por aqui...vai ver o preço dos smartphones (mesmo que os códigos possam ser lidos pelos mais simples celulares com câmeras VGA), preço do acesso (mesmo com a TIM oferecendo acesso a cinquenta centavos por dia) e...tem também...hum...peraí, não tem mais desculpas! Fiz questão de colocar outro video com mais um belo exemplo. Divirta-se! :)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cansei da Nokia–Rápida avaliação do E5-00

Sim, depois de receber o Nokia E5-00, cheguei a conclusão que devo esperar até a chegada dos novos aparelhos com o Windows Phone embarcado. Digo isso pela impressão de sempre ver as mesmas falhas e as mesmas características nos smartphones da marca. Aqui eu listo os prós e contras do aparelho:

Prós:

  • Teclado: as teclas são uma maravilha, como em outros aparelhos, até mesmo nos mais baratos e que não tem muitos recursos. Aqui euu acho que a Nokia está no caminho. Elas não são achatadas e nem muito pequenas, tem o formato de “bolhas” e são emborrachadas, o que produz uma ótima sensação e facilita a digitação;
  • Câmera: aqui sempre fui um fã. Desde o meu primeiro Nokia, essa área sempre me deixou muito satisfeito e desta vez não foi diferente;
  • Bateria: outro ponto forte que passa de aparelho para aparelho da Nokia.

Contras:

  • Desenho: mesmo que não seja para ser um aparelho de ponta, poderia ter um desenho mais atual. O aparelho tem apenas uma tecla de atalho e a “tarja” cinza, com os atalhos principais na frente do aparelho, é muito feia;
  • Sistema: acho que não preciso dizer que o Symbian S60 não agrada (ops, acabei dizendo). Ele trava demais, é lento, não possui muitos recursos, ou seja, é limitado e a interface é muito desatualizada;
  • Tela: muito pequena e de pouca resolução;
  • Aplicativos: aqui não é uma avaliação do aparelho, mas de um todo, falta muito para chegar perto dos concorrentes em termos de apps.